No dia em que faz um ano que o amor da sua vida morreu, você pode ficar o dia todo de pijama de palhacinho, chorando e fungando, comendo sanduíches e falando com voz de bebê com os gatos. Você não precisa dizer nada, fazer nada, lincar nada, telefonar para ninguém, produzir nada. Faz um ano que ele morreu e não tem coisa alguma que importa ou faça sentido ou signifique.
4 comentários:
eu sento e choro com você. (mesmo cá longe)
beijo e colo.
Cabe a nós fazer da dor sempre combustível da arte, né, Falzinha?!
Beijos carinhosos,
REMO.
uau, tristeza, lirismo e glicose: belo e doce, parabéns!
ah, parabéns também pela coluna da Cora Ronái de hoje no O Globo!
ah2, já estou com o "minúsculos assassinatos" em mãos, e gostando, quando eu ressucitar dele mando novas.
beiJardins
Triste e doce teu drops.
Deixa o gosto.
Gosto.
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