quinta-feira, 23 de agosto de 2007

febril

passar um dedo pela gola da camisa, sem tocar o pescoço. Revelar um pedaço de carne branca e marcá-la com os lábios, deixar meu sinal queimando, como quem marca seu gado.

Um comentário:

Leandro Jardim disse...

delicadeza selvagem bem adequada!
ou noutras palavras:
ouié!