Comendo carne se sentia melhor. Cravar os dentes e puxar, imaginar músculo se descolando do osso, as fibras, as cartilagem, a vida que passou por ali. Saber que o bicho viveu, respirou, olhou pra cima e foi feliz. De que outra forma se explicaria tal suculência. O amor pela vida deixa um cadáver suculento. E para não dizer que desta vida não se leva nada, acompanha fritas e arroz. Comendo carne afirmava: aqui houve vida. Esses vegetarianos são todos uns necrófilos.
2 comentários:
Hehe, bem bom! E divertido... minha namorada é vegetariana... seria eu um morto? hahaha ainda não, né?! Que falte muito! seja eu sua carne... e viva! hahaha
beiJardins
UAU!!!
Maiores intimidades são perigosas com carmen! Glup!!
;)
Bjs,
REMO.
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