quinta-feira, 5 de julho de 2007

joaquim

Todo dia par, todo dia ímpar,ia pela rua levando uma nuvem pelo braço. Como poderia explicar às pessoas que a tristeza que carregava não era a dele? parou perto do número pintado no muro e sem saber bem qual a razão disse ao menino que passava por ali: meu filho, eu jamais cuspi algo que não tivesse asas.

3 comentários:

Anônimo disse...

hum...
nao sei nem comentar.

;P

Leandro Jardim disse...

sempre lindírico!

R disse...

Deliciosamente lúdico!!

Bjs,
REMO.