Todo dia par, todo dia ímpar,ia pela rua levando uma nuvem pelo braço. Como poderia explicar às pessoas que a tristeza que carregava não era a dele? parou perto do número pintado no muro e sem saber bem qual a razão disse ao menino que passava por ali: meu filho, eu jamais cuspi algo que não tivesse asas.
3 comentários:
hum...
nao sei nem comentar.
;P
sempre lindírico!
Deliciosamente lúdico!!
Bjs,
REMO.
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