A gueixa passa, passos miúdos, cara empoada em seu casulo de seda. Preguiçosa lagarta, larga-se sobre um almofadão. Esfrega fora a pasta de arroz, descalça as chinelas altas antes de comer um amendoim e soltar um pum. Coisas que não se pode fazer de máscara.
3 comentários:
muahahaHAHEHA!
Genial!!!
Uma das mais belas construções metafóricas poéticas que eu já vi nos últimos tempos seguido por uma irreverente desconstrução do tema poético. É poema de antologia!!!
Parabéns!!! Sou teu fã!!!
Bjs,
REMO.
Simplesmente poético. Gosto dessa poesia de chama, de espanto bom, de jogos de palavras. Parabéns!!!
Bjs
Maria Maria
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