segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Não é nada não. Nada além de um pensamento para acariciar nas horas mais escuras. Minha arma secreta. A pílula de veneno metafórico escondida no molar. Nada além disso, de uma saída de emergência para o dia em que a barra lembrar que é de chumbo e pesar. Por mais improvável que seja, mesmo que não seja nada não. Sou só eu, no apertar das horas, me dizendo que existe alternativa. O conforto de enrolar os dedos nos cachos de uma criança
que não vai nascer.

4 comentários:

Leandro Jardim disse...

bonito como sempre, triste como hoje... beiJardins

Lubi disse...

bom retorno.
:)
amo você tanto.

Anônimo disse...

"...uma criança que não vai nascer.", me veio mil imagens, todas nostálgicas.

Luna disse...

cheguei aqui por acaso.

minha reação foi:

meu deus, que coisa linda de blog!

comentando o post de baixo:

"Meu coração funciona aos trancos, deve ser perrengue no miocárdio."

o mais lindo e bem escrito de todos que li falando de amor ultimamente.sincero e sucinto.