Me cobra a cada dia uma nova obra. As reproduções baratas já não mais cabem. A parede do incômodo é branca e pede cor. Um bom esboço ainda é pouco, e ela não cede. Tudo que meu olhar pode, mede. Tudo que a mão alcança entra na dança e tudo mais que é arte possível me parte. O pé cansa. E o aplauso ainda é falso. Tudo bem, nada que não se resolva no próximo ato. E me debato...
Um comentário:
Belo!!
Abs,
REMO.
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