sábado, 16 de junho de 2007

para uma tartaruga amarela

Um texto belo é mais que um castelo, é mais luz que o amarelo e distrai qual novelo. Ah, lê-lo é natural como o verde, é o comovente primal da pureza do ventre. Sua natureza tem a eternidade do vento e o imperfeito preciso. Uma prosa com jeito parece entrar pelo ouvido e arrepiar cada pêlo. Um belo texto é o impreciso perfeito, é um vôo sem medo, é de outro contexto. tartaruga amarela

4 comentários:

Leandro Jardim disse...

obs: sinalizado pelo word, fiz rápida pesquisa na internet e suspeito que a palavra "primal" não exista em português. Estranho, soou natural a vocês como soou a mim? Sinal dos tempos?

obs da obs: por mais estranho que pareça a palavra "soou" existe e se escreve assim... hehe

Melina França disse...

Um primor, seu texto, pra tentar se assemelhar a esse tal primal que não existe.
Edificação de palavras que não deixa a desejar a nenhum castelo.
Vôo sem medo, rasante, pra constatar radiante que tem um Leandro no meu Jardim.

Beijos, rapaz

R disse...

Gostei de "Um belo texto é um impreciso perfeito". Bela sacada!

Abs,
REMO.

A czarina das quinquilharias disse...

bela homenagem :D