Toda uma fábrica de coisas. Maquinas que abrem, fecham param, voltam a abrir. Fechar. Parar. De novo. De novo. De novo. Até o parafuso espanar, até máquina por máquina parar de abrir. E fechar. Entre as porcas e plainas de metal semi-abertas voa, voa o silêncio numa imitação eloqüente de vento. E as coisas já não se fazem.
2 comentários:
belo,
é disso mesmo que fala o vento!
Seus textos me angustian de uma maneira particular e especialmente agradável!
Bjs,
REMO.
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